
Gosto muito de brincar com as palavras. Às vezes pego num monte de palavras, fecho bem as mãos, agito-as e, depois, atiro as palavras ao ar. E é bonito vê-las voar. Tal como balões largados ao vento que se deixam levar para longínquas paragens. Por vezes, nesse caminho, encontram outras palavras, criam empatia e lá ficam em ameno convívio.
Outras palavras há, porém, que são demasiado pesadas e logo caem ao chão. Cumprem o seu destino. Não estavam prontas para voar.
Há muitas coisas que eu sei. Outras há que eu pensei que sabia e que, mais tarde, vim a descobrir que afinal não sabia.
Hoje sei uma coisa que antes não sabia. Treinar para uma maratona que se realiza em Outubro ou Novembro é bem mais difícil que treinar para uma maratona que tem lugar em Março ou Abril.
Isso, eu sei, hoje. Será que amanhã continuarei a saber ou esta verdade deslizará para a secção das coisas que eu pensava que sabia.
Outras palavras há, porém, que são demasiado pesadas e logo caem ao chão. Cumprem o seu destino. Não estavam prontas para voar.
Há muitas coisas que eu sei. Outras há que eu pensei que sabia e que, mais tarde, vim a descobrir que afinal não sabia.
Hoje sei uma coisa que antes não sabia. Treinar para uma maratona que se realiza em Outubro ou Novembro é bem mais difícil que treinar para uma maratona que tem lugar em Março ou Abril.
Isso, eu sei, hoje. Será que amanhã continuarei a saber ou esta verdade deslizará para a secção das coisas que eu pensava que sabia.










