
Quis o destino que este pinheiro resistisse a ventos e marés e tivesse vivido durante largos (não sei quantos, mas muitos, de certeza) anos.
Um dia, sabe-se lá porquê, chegou a sua vez. Porquê este pinheiro, porque não algum dos outros que moram a seu lado? Porquê? O certo é que do mesmo só restam as raízes.
Um dia, sabe-se lá porquê, chegou a sua vez. Porquê este pinheiro, porque não algum dos outros que moram a seu lado? Porquê? O certo é que do mesmo só restam as raízes.
Só (?) as raízes!

Quis o destino que este cogumelo tivesse sobrevivido até este dia. Não consigo imaginar qual será, até à data da fotografia, o seu tempo de vida. Mas o certo é que já durará há algum tempo. E tão frágil ele ali está! Rente ao chão, num sítio por onde caminham e correm tantas pessoas. No entanto ele tem conseguido manter-se vivo.
É assim, também a vida das pessoas. Efêmera e frágil. Dependendo de tantos factores e circunstâncias que o homem não domina.
José Alberto