.jpg)
Conheço pessoas, muitas, que fazem centenas de quilómetros para comer um prato de lampreia não si onde, uns rojões à minhota em tal sítio ou uma vitela assada num local ainda mais distante.
Realizando-se na Costa da Caparica a 2ª. Meia-maratona da Areia e estando eu impossibiltado de correr a minha motivação para aí me deslocar poderia ser menor. Fazer 600 kms. para comer garoupa assada no forno é coisa que eu nunca faria. Mas, fazer 600 kms. para sentir o poder do abraço, bem, aí já eu estava disposto a alinhar.
E assim fiz. Em boa hora me desloquei à Costa da Caparica onde simultâneamente com a meia-maratona se realizou o 3º. Meeting-blogger. Foi com muito gosto que aí estive presente, juntamente com familiares, e agradeço a todos as atenções recebidas.
Foi bom sentir o poder do abraço.
Foi bom estreitar algos laços de amizade e conhecer mais alguns companheiros de corrida que até agora só conhecia de nome.
Foi bom conviver com algumas pessoas que têm em comum o gosto de correr e, para mim, mais importante, o motivo que as faz correr.
Agradeço às pessoas (Fernando Andrade e Joaquim Adelino) que se deram ao trabalho de proporcionar a todos estas horas de convívio. Se o fizeram foi, seguramente, porque também dão valor ao poder do abraço.
José Alberto
Realizando-se na Costa da Caparica a 2ª. Meia-maratona da Areia e estando eu impossibiltado de correr a minha motivação para aí me deslocar poderia ser menor. Fazer 600 kms. para comer garoupa assada no forno é coisa que eu nunca faria. Mas, fazer 600 kms. para sentir o poder do abraço, bem, aí já eu estava disposto a alinhar.
E assim fiz. Em boa hora me desloquei à Costa da Caparica onde simultâneamente com a meia-maratona se realizou o 3º. Meeting-blogger. Foi com muito gosto que aí estive presente, juntamente com familiares, e agradeço a todos as atenções recebidas.
Foi bom sentir o poder do abraço.
Foi bom estreitar algos laços de amizade e conhecer mais alguns companheiros de corrida que até agora só conhecia de nome.
Foi bom conviver com algumas pessoas que têm em comum o gosto de correr e, para mim, mais importante, o motivo que as faz correr.
Agradeço às pessoas (Fernando Andrade e Joaquim Adelino) que se deram ao trabalho de proporcionar a todos estas horas de convívio. Se o fizeram foi, seguramente, porque também dão valor ao poder do abraço.
José Alberto